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Gleyce Morais amplia adesões em fim de semana de andanças pela Grande Ilha

_Mãe atípica e secretária executiva das APAEs, candidata aposta na identificação com a causa da inclusão para fortalecer sua caminhada rumo a AL_

A candidatura a deputada estadual de Gleyce Morais (PDT) ganhou novos apoios durante um fim de semana de agenda intensa pela Grande Ilha. Por onde passou, ela encontrou percorreu uma receptividade que vem marcando suas andanças, com demonstrações espontâneas de confiança, impulsionada principalmente pela identificação com a bandeira que representa.

Na Vila Sarney, zona rural de São Luís, três reuniões movimentaram o sábado(08), demonstrando a acolhida encontrada pela candidata. A manifestação ganhou ainda mais visibilidade quando famílias fizeram questão de adesivar suas casas, levando para as ruas o sentimento percebido durante as visitas.

Em meio às atividades, um momento de fé marcou a passagem pelo local, quando dona Maria, liderança da Igreja Batista, fez uma oração e abençoou Gleyce. “Ela carrega uma causa que alcança muita gente e merece ser fortalecida. A oração foi para que Deus abençoe seus passos, dê sabedoria e permita que continue trabalhando por aqueles que precisam ser ouvidos”, afirmou a líder religiosa.

A pequena Mariana, de 9 anos, também acompanhou parte da programação e protagonizou, ao lado da mãe, alguns dos momentos mais afetivos do dia. Mãe solo e atípica, Gleyce conhece dentro de casa os desafios relacionados à deficiência, experiência que se soma aos 14 anos de atuação como secretária executiva das APAEs do Maranhão, e isso ajuda a explicar por que a inclusão ocupa lugar central em sua trajetória.

No domingo (9), as andanças chegaram a Paço do Lumiar. No Porto do Mocajituba, Gleyce esteve com Nelma de Oxum, referência respeitada na região, que conheceu as propostas defendidas pela candidata e decidiu abraçar o projeto. O encontro evidenciou ainda a capacidade de diálogo com diferentes segmentos e acrescentou mais uma importante adesão ao movimento.

A programação seguiu passando pelo São Cristovão e chegando ao Maracanã, onde Fernanda Coutinho recebeu Gleyce com carinho. Também declararam apoio Edmilson Frazão, nome conhecido na localidade, e Bernailson, cantador do tradicional Boi de Maracanã, encerrando o domingo com o fortalecimento do projeto na zona rural da capital.

“Gleyce conhece essa realidade, vive muitos desses desafios dentro da própria família e trabalha há anos ao lado das pessoas com deficiência. Isso transmite verdade e faz com que a gente acredite no que ela representa”, destacou Fernanda Coutinho.

Para a candidata, o saldo dos dois dias ultrapassa a quantidade de compromissos cumpridos. Mesmo sem contar com uma grande estrutura financeira, a identificação das pessoas com sua história e, sobretudo, com a defesa da inclusão vem abrindo portas e reunindo novos apoiadores.

“Volto para casa depois desses dois dias com o coração cheio de gratidão e ainda mais consciente da responsabilidade que assumimos. Nossa força vem de quem abre a porta de casa, conversa, escuta, acredita e decide estar ao nosso lado. A inclusão faz parte da minha vida muito antes de qualquer projeto eleitoral e é essa experiência que queremos transformar em representação na Assembleia Legislativa”, afirmou Gleyce.

O VAZIO DEPOIS DA CONQUISTA!

Itamargarethe Corrêa Lima* – Jornalista, radialista e advogada. Pós-graduada em Direito Tributário, Direito Penal e Processo Penal. Pós-graduanda em Direito Civil, Processo Civil e Docência do Ensino Superior.

As férias finalmente chegam e, depois de meses sendo aguardadas quase como uma promessa, trazem consigo planos para dormir mais, viajar, encontrar pessoas ou simplesmente não fazer nada. O último expediente parecia uma espécie de linha de chegada, entretanto, os primeiros dias passam, o despertador deixa de tocar, os compromissos diminuem e aquilo que era tão esperado finalmente está acontecendo.

Para algumas pessoas, junto com o descanso aparece uma sensação inesperada, pois, depois de tanto desejar aquele momento, descobrem que não sabem exatamente o que fazer com ele. É uma experiência aparentemente simples, embora ajude a compreender algo maior, já que durante boa parte da vida somos ensinados a caminhar em direção a alguma coisa.

Primeiro é terminar os estudos, depois conseguir emprego, crescer profissionalmente, comprar a casa, constituir família e alcançar estabilidade. Sempre existe uma próxima estação, no entanto, pouco se fala sobre o que fazer quando finalmente chegamos, razão pela qual algumas realizações podem trazer, depois da comemoração, uma pergunta desconcertante. E agora?

Enquanto perseguimos uma meta, fazemos planos, suportamos dificuldades, adiamos prazeres e encontramos motivação na ideia de que determinado esforço está nos levando para algum lugar. A expectativa organiza parte da rotina e oferece uma direção, de modo que, ao concretizar o propósito, encerra-se também a busca que durante tanto tempo ajudou a movimentar os dias.

Além disso, não desejamos apenas alcançar determinada meta, mas também experimentar as emoções que projetamos para depois dela. Uma promoção costuma carregar a expectativa de reconhecimento, a casa própria representa segurança e a realização de um grande projeto frequentemente é associada à felicidade. Quando a realidade não corresponde ao que foi idealizado, pode surgir uma frustração difícil de confessar.

Como admitir que a felicidade não veio na intensidade esperada depois de conseguir algo tão desejado? E como explicar uma tristeza quando, aparentemente, não existe razão para ela? Nesse ponto aparece a culpa, pois muita gente passa a acreditar que deveria agradecer mais, aproveitar melhor e simplesmente estar feliz.

É justamente aí que o vazio após uma realização pode revelar uma face da depressão. Em algumas situações, o que parecia apenas frustração permanece e passa a ser acompanhado por tristeza, apatia, perda de interesse e dificuldade de sentir prazer, inclusive diante do que antes despertava entusiasmo.

Isso não significa que todo vazio seja depressão, pois frustrações e períodos de adaptação fazem parte da existência. O alerta surge quando esse estado persiste, interfere nas relações, reduz o interesse pelas atividades cotidianas e compromete a maneira como alguém percebe a própria realidade, tornando perigoso tratar esse sofrimento como simples ingratidão ou insatisfação.

Talvez essa face da depressão permaneça tão escondida porque contraria o roteiro social que associa realização à felicidade. Espera-se que o diploma traga satisfação, o dinheiro proporcione tranquilidade, o casamento produza plenitude e o sucesso profissional confirme que todos os sacrifícios valeram a pena, embora nenhuma dessas experiências seja capaz de resolver, sozinha, inquietações muito mais profundas.

Uma promoção pode trazer orgulho e também pressão, o dinheiro elimina inúmeros problemas materiais sem fabricar afeto e o reconhecimento profissional confirma competência sem necessariamente produzir pertencimento. Até uma viagem inesquecível pode mudar a paisagem diante dos olhos e, ainda assim, não resolver o que foi colocado dentro da mala.

Quando se deposita sobre uma realização a responsabilidade por tantas respostas, qualquer resultado pode parecer pequeno diante do que se esperava encontrar. Começa, então, outra corrida, movida por uma nova meta, outro projeto, uma posição melhor ou uma validação ainda maior.

Nem sempre isso significa ambição excessiva, pois permanecer em movimento também pode ser uma maneira de evitar dores que a correria manteve silenciosas. Talvez o vazio não tenha surgido depois da chegada, mas já estivesse presente antes dela, encoberto pela esperança de que tudo seria diferente quando determinado propósito fosse alcançado.

Em alguns casos, chegar ao destino apenas retira o que mantinha alguém ocupado o suficiente para não perceber um quadro depressivo já existente. Sem a urgência da próxima meta, sentimentos até então abafados pela rotina finalmente encontram espaço para aparecer.

Perceber esse mecanismo não significa abandonar sonhos ou transformar o sucesso em inimigo. Sonhar movimenta a existência e celebrar realizações é necessário, porém nenhum diploma, patrimônio, relacionamento ou reconhecimento deve carregar sozinho a responsabilidade de preencher questões pertencentes a dimensões muito mais profundas do ser humano.

A depressão nem sempre aparece quando tudo está dando errado. Algumas vezes, ela se revela justamente quando, aos olhos dos outros, finalmente deu tudo certo. E talvez seja essa uma de suas faces mais difíceis de perceber, o vazio que permanece mesmo depois de alcançar o que durante tanto tempo parecia ser a resposta.

Ainda existem outras faces desse sofrimento que merecem ser compreendidas e é sobre elas que continuaremos dialogando. Até breve!

Orleans Brandão destaca alta na economia e a redução da pobreza extrema no Maranhão

Durante o debate da Band, na noite deste domingo (9), Orleans Brandão (MDB) apresentou a solidez fiscal como o pilar central que sustenta o desenvolvimento do Maranhão e viabiliza as políticas públicas do estado. O pré-candidato argumentou que o equilíbrio das contas públicas é o motor essencial para atrair novos investimentos e garantir que as ações governamentais cheguem a todas as regiões.

Ao detalhar os resultados alcançados pela gestão, Brandão destacou o impacto social positivo dessa estabilidade. “Somos um dos poucos estados do Brasil em superávit. Temos obras e ações nos 217 municípios e o resultado apareceu: conseguimos tirar mais de um milhão de pessoas da extrema pobreza”, afirmou, evidenciando o compromisso com as populações mais vulneráveis.

O pré-candidato apontou que essa margem de investimento permitiu avanços em setores estratégicos, como a instalação da Zona de Processamento de Exportação (ZPE), em Bacabeira, e o fortalecimento da agroindústria.

O maior legado que um pai pode deixar

Carlos Brandão

Em nossa existência, há momentos que se eternizam. Ter me tornado pai é um deles. Lethicia e Gabriel chegariam para dar um novo sentido à minha vida. Mas não tenho receio algum de dizer que ser pai superou qualquer sentimento que eu pudesse imaginar.
E, isso, em todos os sentidos: na alegria, na dor, na saudade, no cuidado, no orgulho e, sobretudo, no amor. Porque ser pai, por tudo que aprendi com meu querido pai, é muito mais do que entrega. É uma doação completa e imensurável, cujo único retorno que esperamos é a felicidade dos nossos filhos.
Neste Dia dos Pais, quero prestar minha homenagem ao meu pai, Carlos Orleans Brandão, e a todos os homens que, assim como ele, entendem que ser pai vai muito além de prover. É educar, orientar, proteger e, sobretudo, estar presente.
No mundo de hoje, vivemos cercados por telas, informações e estímulos o tempo inteiro. Tudo acontece muito rápido, e isso também dificulta nossa capacidade de absorver, escolher e até mesmo estabelecer limites.
Temos o mundo a poucos toques, com conteúdos que nem sempre contribuem para uma boa formação. Em meio a toda essa evolução, estar presente se tornou ainda mais importante.
E não é apenas sobre morar na mesma casa. O que importa é o tempo que dedicamos à escuta, a um abraço, a um conselho na hora certa, ao encontro diário da família em torno da mesa. É dentro de casa, na convivência, que nossos filhos aprendem muito do que vão levar para a vida.
Foi assim que aprendi com meu pai. É verdade que eram outros tempos. Mas a essência continua a mesma. Os valores continuam sendo o que realmente importa.
Respeito, responsabilidade e solidariedade são ensinamentos que aparecem nas atitudes, na maneira como tratamos as pessoas, na forma como enfrentamos as dificuldades e, principalmente, no exemplo que damos aos nossos filhos.
Em minhas viagens pelo estado, tenho conhecido histórias reais de pais dedicados e, acima de tudo, comprometidos em garantir um futuro melhor para seus filhos.
Lembro bem de uma conversa que tive com um pai que, todos os dias, levanta às quatro da manhã para cuidar de sua horta e levar o que produz para vender no mercado da cidade.
Recordo também do orgulho em seus olhos quando nos contou que o filho estava realizando um sonho de toda a família: ser o primeiro a chegar ao ensino superior. Estudante da UEMA, o garoto sempre ajudou o pai. Conhece de perto aquele esforço diário. Mas também entendeu que todo aquele trabalho poderia abrir um caminho diferente para a sua vida e decidiu ir atrás desse sonho.
É sobre isso que quero provocar essa reflexão. Um pai que está por perto ajuda o filho a ganhar confiança, a entender que os desafios fazem parte da vida e que é possível enfrentá-los com coragem. Mais do que isso – mostra, pelo exemplo, que vale a pena lutar pelos próprios objetivos. E dá sua vida por isso, se for preciso.
Acredito muito na força da família e no papel que ela desempenha na construção de dias melhores para toda a sociedade. Por isso, desde o primeiro dia do nosso governo, decidimos trabalhar pelas pessoas.
Trabalhar pelo cuidado, quando investimos em educação, ampliamos o acesso à saúde e fortalecemos o nosso sistema de segurança. Trabalhar pela dignidade, quando transformamos o estado em um dos que mais empregam no Nordeste.
Trabalhar para que as oportunidades cheguem a todos, quando levamos obras e ações a todas as cidades maranhenses. Porque, no fim das contas, tudo isso tem relação com a possibilidade de um pai e de uma mãe olharem para seus filhos e enxergarem um caminho com cada vez mais qualidade de vida.
Neste dia especial, desejo que aqueles filhos que ainda convivem com seus pais conversem, abracem, digam um “muito obrigado” e guardem esses momentos. Que não deixem nada disso para depois. Porque o tempo passa depressa demais.
O amor, os ensinamentos e o exemplo de um pai permanecem por toda a vida. E é nesse legado, construído dentro de casa, que também ajudamos a construir o futuro do Maranhão.

*Governador do Maranhão

MEU CARO INTERESSE!

*Itamargarethe Corrêa Lima*
Jornalista, advogada, pós-graduada em Direito Tributário, Direito Penal e Processo Penal, pós-graduanda em Direito Civil, Processo Civil e Docência do Ensino Superior.

A democracia nasceu para que o interesse coletivo prevalecesse sobre os interesses individuais. Pelo menos essa sempre foi sua promessa. Na prática, porém, a política frequentemente percorre outro caminho.

Em vez de ser o espaço destinado à construção de soluções para toda a sociedade, transforma-se, muitas vezes, em um ambiente de negociações silenciosas, onde necessidades pessoais substituem direitos e favores passam a valer mais do que políticas públicas.

Essa lógica não se manifesta apenas nos gabinetes ou corredores do poder. É justamente nas conversas mais simples do cotidiano que ela revela sua verdadeira dimensão, como aquela na fila de um posto de saúde, parada de ônibus, bar de bairro ou calçada de uma comunidade.

Dois conhecidos conversam. Um conta que determinado prefeito conseguiu um emprego para o filho de uma amiga. O outro lembra que um deputado ajudou sua tia a conseguir um tratamento médico.

Ambos demonstram gratidão. Quando chega a eleição, a decisão parece natural. O voto já estava escolhido muito antes de a campanha começar.

Esse diálogo, aparentemente comum, revela um dos maiores desafios da democracia brasileira. O voto deixar de ser um instrumento de avaliação do interesse público para se transformar em retribuição por um benefício particular.

O político oferece o favor, enquanto o eleitor retribui com o voto. Ambos acreditam ter saído ganhando. E quem perde? A coletividade, que sequer participou daquele diálogo.

Seria injusto condenar quem vive essa realidade, em um país onde milhões de pessoas enfrentam dificuldades para acessar direitos básicos, é compreensível que o cidadão busque ajuda onde ela aparece.

Quando o Estado falha em garantir saúde, educação, assistência social ou oportunidades de trabalho, o favor ocupa o espaço que deveria ser preenchido pelo direito.

É exatamente nesse momento que surge uma das maiores distorções da vida pública. Aquilo que deveria ser garantido a todos passa a depender da influência, proximidade ou boa vontade de alguém. Direitos deixam de ser universais para se transformarem em privilégios concedidos individualmente.

O problema é que todo favor privado produz um custo coletivo. O emprego obtido por indicação enfraquece a meritocracia, assim como o benefício concedido sem critérios universais compromete a igualdade.

A solução imediata de um problema individual, quando substitui a política pública, alimenta um sistema que se perpetua justamente porque mantém milhares de pessoas dependentes.

Pouco a pouco, a lógica democrática sofre uma inversão silenciosa. O eleitor deixa de perguntar quem possui o melhor projeto para o município, estado ou o país. A pergunta passa a ser outra, digo, quem pode resolver o meu problema? O interesse coletivo perde espaço para a necessidade individual, enquanto a cidadania cede lugar à dependência.

Não se trata de um defeito moral do eleitor, mas, sim, da consequência de um modelo que, durante décadas, acostumou parte da sociedade a enxergar direitos como favores e representantes públicos como benfeitores. Quanto mais ausente é o Estado, maior se torna o espaço ocupado pelo clientelismo.

Talvez seja justamente aí que esteja uma das maiores armadilhas da democracia contemporânea. Quando o cidadão para de exigir direitos e passa a agradecer por aquilo que já lhe pertence, a relação entre eleitor e representante deixa de ser republicana para se tornar pessoal. O voto não é visto como um projeto de sociedade e passa a representar uma dívida de gratidão.

Mas essa engrenagem não funciona apenas entre aquele que pede e quem concede. Existe um terceiro personagem, quase sempre invisível, que alimenta esse ciclo, mobiliza expectativas, multiplica promessas e mantém viva a lógica do favor como instrumento de poder. É sobre ele nossa próxima abordagem. Até breve!

União Brasil oficializa candidatos e reafirma apoio a Orleans Brandão ao Governo do Maranhão

O candidato ao Governo do Maranhão, Orleans Brandão (MDB), participou da convenção estadual do União Brasil, realizada nesta quarta-feira (5), em São Luís. O ato político, coordenado pelo deputado federal Pedro Lucas Fernandes, líder da bancada da legenda na Câmara dos Deputados e candidato à reeleição, reuniu convencionais e lideranças políticas de diversas regiões do estado, consolidando o apoio do partido ao projeto da chapa majoritária liderada por Orleans.

Durante a convenção, o União Brasil homologou os nomes de 36 candidatos que disputarão as eleições para os cargos de deputado estadual e deputado federal. Em clima de entusiasmo, candidatos e militantes reforçaram o compromisso de caminhar juntos com Orleans Brandão, destacando a importância da construção coletiva em torno de um projeto para o desenvolvimento do Maranhão.

Em seu discurso, Orleans Brandão agradeceu a confiança do partido e destacou que o ato representou um momento de fortalecimento das alianças políticas que vem construindo.

“Hoje a gente mostrou aqui uma prova de força, de lealdade, de gratidão e, principalmente, de amizade. Quero agradecer a todos os convencionais do União Brasil, aos candidatos a deputado estadual e deputado federal que acreditam no nosso projeto. Agradeço, de forma especial, ao deputado federal Pedro Lucas, que tem estendido a mão para mim em todos os momentos e acredita que vamos dar continuidade ao grande trabalho que o governador Carlos Brandão realiza em nosso estado. Serei um governador ainda melhor em todas as áreas”, disse Orleans.

Na ocasião, o emedebista reafirmou que o União Brasil participará ativamente do seu governo. “Esse partido tão grande e forte, um dos maiores do Brasil, que muito me honra ter seu apoio. Juntos, vamos trabalhar muito por todo o Maranhão”, frisou.

Ao conduzir a convenção, Pedro Lucas Fernandes ressaltou que a legenda construiu uma chapa competitiva para as eleições proporcionais e reafirmou que a decisão de apoiar Orleans Brandão foi tomada por unanimidade.

“O União Brasil apresenta uma nominata forte de candidatos. Na chapa majoritária, a decisão do partido foi unânime: vamos acompanhar Orleans Brandão para o Governo do Estado. Entendemos que ele está preparado para dar continuidade ao grande trabalho que hoje é realizado no Maranhão. Orleans conhece como poucos o nosso estado e o sentimento dos maranhenses. E o União Brasil vai ajudá-lo a construir um Maranhão cada vez melhor”, declarou.

Pedro Lucas também comentou, de forma transparente, a decisão de não integrar a chapa majoritária como candidato ao Senado Federal, destacando que a construção política exige diálogo, maturidade e compromisso com um projeto coletivo maior.

“Sobre a questão do Senado, tudo aconteceu de maneira muito transparente. Eu vivi aquele momento da pré-candidatura, que me permitiu crescer politicamente. Mas política não é uma matemática exata. Às vezes, precisamos recuar por um propósito maior. Há momentos em que também é preciso ter sensibilidade e naquele instante esse recuo foi necessário. O nosso projeto atende a um propósito muito maior, que é o povo do Maranhão e o fortalecimento do União Brasil”, afirmou.

O parlamentar também enfatizou que todas as decisões tomadas pela agremiação foram resultado de diálogo entre suas lideranças, sem imposições.

“Todas as candidaturas do União Brasil foram construídas com diálogo. Esse é o momento da construção, e foi exatamente isso que o nosso partido fez. Sempre digo que o União Brasil é maior do que o Pedro Lucas. Esse princípio se exerce com respeito, e assim vamos seguir até o último dia de campanha, porque o Maranhão precisa de políticos com sensatez. O nosso time tem peso, é muito forte, e vai contribuir decisivamente para a vitória de Orleans Brandão”, concluiu.

Associação da Vila Airton de Alcântara (MA) leva tradição, ancestralidade e empreendedorismo para a Feira do Empreendedor

_Empreendedores apresentarão doces de espécie, licores artesanais, biojoias e artesanato, mostrando como a cultura alcantarense se transforma em oportunidade de geração de renda._

Em cada doce moldado à mão, em cada garrafa de licor artesanal e em cada biojoia produzida com sementes e fibras naturais existe muito mais do que um produto. Existe uma história construída ao longo de gerações, um patrimônio cultural preservado por mulheres empreendedoras que encontraram na tradição um caminho para fortalecer seus negócios e valorizar a identidade de Alcântara.

Essa riqueza cultural estará presente na 12ª Feira do Empreendedor do Sebrae Maranhão, onde integrantes da “Associação de Produtores(as) de Doces de espécie, compotas, licores e artesanato da Vila Airton” levarão ao público sabores que traduzem a essência da cidade histórica.

Além de impulsionar as vendas, as empreendedoras terão a oportunidade de apresentar aos milhares de visitantes da feira um pouco da cultura alcantarense, reconhecida pela preservação de suas tradições e pela riqueza de seu patrimônio histórico.

Entre os produtos que estarão no estande da associação está o tradicional doce de espécie, considerado um dos maiores símbolos da gastronomia de Alcântara. A iguaria nasceu da adaptação de receitas trazidas pelos colonizadores portugueses, que ganharam novos ingredientes e técnicas com a influência da culinária africana. O resultado é um doce de massa delicada recheado com cocada cremosa, que há décadas encanta moradores e turistas que visitam o município.

A associação também levará licores produzidos com sabores regionais, como genipapo, cupuaçu, maracujá e tamarindo, bolsas ecológicas pintadas à mão, além de biojoias confeccionadas com sementes, fibras naturais e outros materiais sustentáveis.

A realização de um sonho coletivo

Para a vice-presidente da associação, Erica Vilma Silva Pinheiro Lima, participar da Feira do Empreendedor representa a oportunidade de mostrar ao Maranhão a força da cultura alcantarense.

“Queremos levar a cultura da cidade de Alcântara, mostrando a qualidade dos nossos doces, licores e artesanatos. Ter o apoio do Sebrae é maravilhoso. Queremos caminhar sempre com o Sebrae ao nosso lado, porque ele abre portas e isso vai ajudar a desenvolver cada vez mais a nossa associação”, disse.

A expectativa para participar da Feira do Empreendedor é grande entre os integrantes da associação. Para muitos será a primeira experiência em um evento desse porte. É o caso da presidente da entidade, Alessandra Diniz da Silva, que vê a participação como uma conquista para todos os envolvidos no trabalho, que em sua maioria são mulheres.

“Estou muito ansiosa por ser minha primeira participação na Feira, que até hoje eu só via pela televisão. Quero que essa experiência traga ainda mais orgulho para nós, porque vamos mostrar que somos guerreiras em tudo o que fazemos”, contou.

A integrante da associação Vanessa Lima destaca que cada produto carrega um pouco da identidade do município.

“Vamos levar licores de vários sabores, o doce de espécie, que além de delicioso carrega uma história e um peso cultural muito grande, além das biojoias e ecobolsas. Convido todos a visitarem a Feira do Empreendedor e conhecerem nossos produtos.”

Cultura que gera desenvolvimento

Além de preservar saberes tradicionais, a associação também demonstra como a cultura pode se transformar em oportunidade de geração de renda para dezenas de famílias.

Ao incentivar a organização coletiva, a qualificação e o acesso a novos mercados, iniciativas como a Feira do Empreendedor fortalecem pequenos negócios que mantêm vivas as tradições locais e ampliam suas possibilidades de crescimento.

Segundo a gerente da Unidade Regional do Sebrae na Baixada-Litoral, com sede em Pinheiro, Rosa Amélia Borges, a feira foi concebida justamente para criar conexões entre empreendedores e novos mercados.

“O Sebrae é um grande impulsionador dos pequenos negócios e a Feira do Empreendedor tem uma proposta muito bonita, reunindo empreendedores de todo o estado para ampliar sua visibilidade, expandir mercados e fortalecer sua rede de contatos. Além disso, proporciona retorno econômico por meio da comercialização dos produtos”, disse.

A expectativa é que a participação da associação contribua para ampliar o reconhecimento dos produtos alcantarenses e abrir novas oportunidades de comercialização.

A participação da Associação da Vila Airton integra a estratégia do Sebrae de ampliar o acesso dos pequenos negócios aos grandes mercados. Por meio do Programa Plural, iniciativa da instituição voltada para a diversidade, inclusão e transformação social, o Sebrae oferece, de forma gratuita, espaço para exposição e comercialização de produtos dentro da Feira do Empreendedor, permitindo que negócios em diferentes estágios de desenvolvimento apresentem seu potencial, conquistem novos clientes, estabeleçam parcerias e ampliem sua rede de contatos.

Outros pequenos negócios dos setores de gastronomia, artesanato, moda, inovação, agronegócio e economia criativa também terão a oportunidade de transformar a feira em uma vitrine para seus produtos e serviços.

Feira reúne conhecimento, inovação e oportunidades

Realizada pelo Sebrae Maranhão, a 12ª Feira do Empreendedor acontecerá de 14 a 16 de agosto, no Multicenter Negócios e Eventos, em São Luís. A programação inclui palestras, oficinas, mentorias, consultorias, rodadas de negócios, exposição de pequenos empreendimentos e espaços voltados à inovação, turismo, economia criativa, gastronomia e transformação digital. A participação é gratuita e as inscrições continuam abertas no site oficial do evento.

Para os integrantes da Associação de Produtores(as) de Doces de Espécie, Compotas, Licores e Artesanato da Vila Airton, a feira é a oportunidade de mostrar que tradição, cultura e empreendedorismo caminham juntos e que, quando o conhecimento das gerações encontra novos mercados, nasce um futuro de mais renda, reconhecimento e valorização da identidade maranhense.

Sobre o evento

A Feira do Empreendedor 2026 conta com correalização do Governo do Estado e do Sistema Fiema (SESI, SENAI e IEL), patrocínio da Prefeitura de São Luís e Ceape, além da parceria da Universidade Federal do Maranhão (UFMA), da Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Maranhão (Fecomércio-MA), do Sistema FAEMA/SENAR e do E-commerce Brasil.

Wellington do Curso oficializa candidatura a deputado estadual e reafirma compromisso com o povo do Maranhão

O deputado estadual Wellington do Curso oficializou, nesta segunda-feira (3), durante a convenção estadual do Partido Social Democrático (PSD), sua candidatura à reeleição para a Assembleia Legislativa do Maranhão. Caso seja eleito, exercerá o quarto mandato consecutivo como deputado estadual.

Durante o evento, Wellington agradeceu o apoio que tem recebido ao longo de sua trajetória e destacou que a candidatura representa a continuidade de um trabalho construído ao lado da população, com independência, coragem, atuação firme e presente na vida da população maranhense.

“Essa caminhada não é só minha. Ela é de cada maranhense que acreditou, estendeu a mão, fez uma oração, abriu as portas de casa e nos deu forças para seguir em frente. É essa confiança que renova diariamente o nosso compromisso de continuar lutando por quem mais precisa”, afirmou.

O parlamentar ressaltou que seguirá defendendo pautas voltadas para a educação, saúde, geração de oportunidades, valorização dos servidores públicos, segurança, mães atípicas, pessoas com deficiência, baixar os impostos e fiscalização da aplicação dos recursos públicos.

“Seguimos sendo a voz do
Povo do Maranhão e movido pela fé, pelo trabalho e pela certeza de que o Maranhão pode ser um estado com mais justiça, mais oportunidades e mais dignidade para todos. Vamos escrever juntos um novo capítulo da nossa história. Com as bênçãos de Deus e a força do povo, seguimos firmes. O melhor ainda está por vir”, declarou.

Wellington do Curso disputará a reeleição pelo PSD, liderado pelo Cabdidato ao governo Eduardo Braide. O parlamentar já é reconhecido por sua atuação na fiscalização do poder público e na defesa de diversas causas sociais. Wellington do Curso inicia mais uma caminhada eleitoral reafirmando o compromisso de permanecer próximo da população, ouvindo as demandas dos maranhenses e trabalhando por um Maranhão cada vez melhor.